• Compartilhe
  • E-mail
  • Imprimir página

Belém

Sua história e cultura.
O calor no verão.
Não esqueça o guarda-chuva. Chove todos os dias entre 15 e 16h.
A Basílica de N.Sra. de Nazaré possui o conjunto de sinos mais antigo e completo do país, capaz de executar concertos, como os cantos sacros.
Não perca os passeios fluviais pela orla e ilhas de Belém com apresentação da tradicional dança carimbó.
Experimente os sorvetes da Cairu, feitos a partir de frutas regionais. São deliciosos!

Repleta de história, cultura, cores, cheiros, sabores e muita natureza, Belém é o principal portão de entrada da Amazônia e ponto de partida para descobertas fabulosas. Belém, é uma região fora do comum. Passagem para uma floresta sem fim, um jardim secreto onde os índios Tupinambás viviam livres entre as frutas mais saborosas, os peixes mais variados, os pássaros mais coloridos, os temperos e aromas mais inebriantes. Joia da arquitetura colonial, já conheceu a glória e o fausto em seus 400 anos de história, no período áureo da borracha. Isso, antes da exploração da madeira, do ouro e da soja.
Hoje, a capital do Pará, possui a maior população metropolitana da região. Coberta de mangueiras em suas ruas, é também conhecida como “Cidade das Mangueiras”. As árvores ajudam a minimizar o calor escaldante de 41°C no verão.
Deixe-se seduzir por Belém. Cedo, nas primeiras horas da manhã, pela confusão alegre do Mercado Ver-o- Peso e o lindo nascer do sol. Pelo ambiente luxuoso do Theatro da Paz. Pelas docas, as ruas, as frutas. Pelo ar ainda tradicional das fachadas, dos casarões, das igrejas e capelas do período colonial.

  • Oriente-se: Ao longo da Baía de Guajará, que limita a cidade e corresponde na verdade, ao delta do Rio Amazonas, fica o forte e a antiga cidade colonial e ao longo do cais, o Mercado Ver-o-Peso e a Estação das Docas, antigas docas revitalizadas e transformadas em complexo de bares e restaurantes. Em direção ao leste, a Av. Getúlio Vargas, a principal rua do centro que leva à Praça da República onde fica o Teatro da Paz. Continuando em direção ao leste, pela Av. Nazaré, se chega à Basílica N.Sra. de Nazaré NS, ao Museu Emílio Goeldi e à rodoviária.
  • Não perca: O nascer do sol no Mercado Ver-o-Peso, a Feira do Açaí, o Teatro da Paz, cópia do Opera Garnier, degustar o “Pato no Tucupi” na beira do rio e provar o suco de todas as frutas.
  • Organize seu tempo: Para sua segurança, evite perambular a pé de noite, no centro. Não esqueça do guarda-chuva: chove todos os dias entre 15h e 16h.
  • Para crianças: As histórias de piratas evocadas em um passeio de barco em torno da ilha.


De avião: As companhias aéreas Gol e Tam possuem vôos diários (www.voegol.com.br e www.tam.com.br)

Para circular em Belém:
De carro: Não vale à pena alugar carro, pois tudo no centro, é acessível a pé.
De ônibus: A cidade possui uma boa rede de ônibus, que funciona das 4h da manhã à meia-noite
De táxi: Perfeito para chegar às curiosidades mais afastadas como o Museu Goeldi ou a Basílica de Nazaré. Use-o também para retornar ao hotel após o jantar.

Mercado Ver-o-Peso
4h/18h

Localizado às margens da Baía do Guajará, o grande mercado de peixes foi criado em 1688 e era denominado porto do Piri. Teve seu nome alterado para “ver o peso”, pois antigamente era obrigatório ver o peso das mercadorias que saiam ou chegavam à Amazônia. As atividades começam às 4 horas da manhã, quando os barcos chegam para descarregar a pesca da noite e as negociações começam entre caixas, facas e balanças. Os peixes são em seguida preparados e vendidos no Mercado Bolonha, nome do engenheiro, que tendo estudado arquitetura em Paris, no tempo de Eiffel, criou a maior parte das construções em ferro forjado de Belém. O Mercado oferece também diversos produtos alimentícios do interior do Pará. É possível comprar castanhas, tapioca, peixes e as famosas essências para atrair (ou afastar) qualquer tipo de coisa, desde amor a doenças. Vale a pena conferir.

Estação das Docas
Possui um moderno terminal fluvial. Além disso, é também um dos pólos gastronômicos da capital paraense, com diversos bares e restaurantes. Oferece shows ao vivo apresentados no palco deslizante. No segundo andar existem diversas lojinhas com objetos regionais.

Museu do Estado do Pará
Praça Dom Pedro II s/n – Tel: (91) 4009 9831 – 3ª/dom: 10h-16h.
Construído no final do século XVIII sob as ordens do Marques de Pombal que tencionava transferir a Coroa Portuguesa para o Pará, esse palácio desenhado por Antonio Landi, serviu de residência ao governador até início do século XX, depois como sede do governo até 1980. Acolhe hoje exposições temporárias, mas é a construção em si, que é interessante.

Museu de Arte de Belém
Pça Dom Pedro II s/n – Tel: (91) 3114 1026/1028 – 3ª/6ª: 10h-18h, sab/dom: 9h-13h
Este palácio, construído na segunda metade do século XIX, durante o ciclo da borracha, abriga a Prefeitura de Belém. Exposição eclética de móveis e obras de arte dos séculos XIX e XX.

Museu de Arte Sacra
Praça Dom Frei Caetano Brandão - Tel: (91) 4009 8802 - 3ª/dom -10h/16h. Entrada franca às 3ªs.
O museu é composto pela Igreja de Santo Alexandre e o Palácio Episcopal, no bairro da Cidade Velha. Possui um acervo com mais de 300 peças de arte sacra e é considerado um dos mais importantes do país. Tem uma linda vista da cidade. Reserve umas 2 horas para passear pelo museu e observar todas as peças.

Catedral da Sé
Pça Frei Caetano Brandão. Tel (091) 3223 2362 – 2ª: 14h/18h. 3ª/6ª:8h-12h, 14h-18h. Sáb: 17h-20h30. Dom: 6h-11h, 17h-20h30
É o local de onde sai a imagem da virgem na procissão do Círio. Com exterior em estilo barroco e interior em estilo neoclássico, destaca-se pela beleza das pinturas na abóbada e pelas telas italianas.

Museu do Círio
R.Padre Champagnat s/n – (91) 4009 8846. 3ª/dom:10h-16h
Esse pequeno museu reúne objetos tradicionais utilizados durante a procissão do Círio.

Forte do Castelo
Bairro da Cidade Velha, ao lado da Casa das Onze Janelas e do Museu de Arte Sacra. 3ª/dom: 08h/12h e 14h/18h.
Localizado às margens da Baía do Guajará de um lado e do Rio Guamá de outro, o forte é um marco da fundação da cidade com suas construções robustas e seus canhões. Dentro do Forte, podemos visitar o Museu do Encontro, que conta um pouco sobre o início da colonização portuguesa na Amazônia.

Casa das 11 janelas
Praça Dom Frei Caetano Brandão s/n – Cidade Velha - Tel: (91) 4009 8828 – 10h/18h – Fecha as 2ªs.
Foi construída no século XVIII, para servir de residencia a um rico senhor do engenho. A área externa da casa é utlizada como jardim para comercialização de objetos históricos, para apresentações culturais e shows, além de possuir um delicioso bar chamado Boteco, ótimo para tomar um drink no final do dia.

Theatro da Paz


Praça da república - Tel: (91) 4009 – 8750 / 4009 – 8754 – 3ª/6ª: visitas guiadas em portugues e em inglês de hora em hora das 9h às 17h. Fecha domingo e 2ª. www.theatrodapaz.com.br
O boom da borracha modificou profundamente a vida e a arquitetura da cidade. Era precisdo estar na moda, e estar na moda na Europa era se interessar por arte, sobretudo a música. É por isso que os barões da borracha se reuniram para financiar a construção de um teatro, de arquitetura inspirada no Scala de Milão e no Opera Garnier de Paris. O Theatro da Paz foi inaugurado em 1878 (20 anos antes do Teatro Amazonas de Manaus), após nove anos de construção. De estilo neoclássico, fica no centro da Praça da república. A maior parte dos materiais utilisados foi importada da Europa: mármore da Itália, ferro da Inglaterra, lustres e estátuas em bronze da França.
O salão, esplêndido, com capacidade para 900 espectadores, éra equipado com um sistema de ventilação instalado debaixo das poltronas de madeira e vime, material muito mais adequado ao clima tropical do que o veludo. Diversas orquestras européias se apresentaram ali, sem nem mesmo passar pelo Rio de Janeiro, a capital.

Palacete Bolonha
Av. Gov. José Malcher 257 - Tel: (91) 3230 4764 – 2ª/6ª. 9h-12h e 13h-17h – visitas guiadas
Mesmo sem os móveis originais, vale à pena visitar este casarão construído no início do século XX por Francisco Bolonha para sua esposa, a pianista carioca Alice Tembrink. Francisco Bolonha era filho de um rico barão da borracha e se formou engenheiro em Paris, onde se especializou em arquitetura metálica. Com 4 andares, era a mais alta construção de Belém àquela época e também a mais luxuosa.

Basílica de N.S. de Nazaré
Pça Justo Chermont – Nazaré. Tel: (91) 4009 8400 – 2ª a 6ª de 6h/19h30. Sáb/dom de 6h/12h e 15h/21h.
Construída em 1909, esta basílica neoclássica, conserva a imagem de N.Sra. de Nazaré, descoberta por Plácido, um habitante da região nos anos 1700. Conta-se que esta escultura de apenas 20 cm de altura, feita em Nazaré (Portugal), teria provocado milagres em Portugal na Idade Média antes de ter desaparecido e depois ter sido achada no Brasil. Depois de encontra-la perto de um córrego, Plácido a levou para casa, mas no dia seguinte a imagem tinha voltado para perto do córrego. Tornou a levá-la para casa, mas sempre voltava ao mesmo local. Para protegê-la então, Plácido construiu uma pequena cabana que se tornou um local de devoção, orações e milagres. Durante o século XVIII, foi construída no local, uma capela e depois a basílica. Inspirada na Basílica de São Paulo, em Roma. Seu interior é lindíssimo e rico, todo de mármore coberto com forro de madeira todo trabalhado. Seus vitrais são uma beleza à parte, reproduzindo momentos bíblicos e a história da Virgem de Nazaré. Recebe os fiéis ao final da procissão do Círio de Nazaré.

Círio de Nazaré
É uma das maiores e mais belas procissões católicas do Brasil, reunindo 2 milhões de romeiros, em devoção a N. Sra. de Nazaré. É celebrado anualmente no 2°domingo de outubro. A procissão sai da Catedral da Sé , seguindo até a Praça Santuário de Nazaré. A imagem da Virgem fica em exposição por 15 dias para adoração dos fiéis. Preste atenção à corda do Cirio, que possui, em média, 400 m de comprimento e pesa aproximadamente 700 quilos, de puro sisal torcido. Neste dia, os fiéis se seguram na corda e fazem o trajeto, requerendo grande sacrifício físico e emocional.

Parque Emílio Goeldi
Av. Magalhães Barata 376 – Tel: (091) 3219 3369 – De 3ª a Dom. 9h/17
Fundado em 1866 por um grupo de naturalistas, este parque zoobotânico oferece, em pleno centro de Belém, uma visão em miniatura, da floresta Amazônica. Pode-se observar mais de 2000 espécies de plantas e de animais. O Instituto Emílio Goeldi é um dos grandes centros de pesquisa sobre a biodiversidade da Amazônia.

Museu São José Liberto - Pólo joalheiro
Pça Amazonas (Jurunas) – tel: (091) 3230 3500 – 3ª a sab – 9h/19h e dom – 10h/19h.
Instalado num antigo convento, Localizado num prédio, que até 2001 era um presídio, hoje abriga o pólo cultural com diversas lojas de venda de pedras, jóias e artesanato marajoara. Encontra-se no bairro da Cidade Velha.
Alojado num antigo convento, este centro cultural dedicado aos minerais do Pará é composto de um interessante museu de pedras preciosas e de um centro comunitário que exibe o artesanato local. Na entrada, um quartzo magnífico de 2,5 toneladas encontrado no Rio Araguaia dá as boas-vindas ao visitante. Em seguida, uma bela exibição de cerâmicas e jóias e finalmente, uma série de exemplares, demonstrando a extraordinária riqueza mineral do Pará

Mangal das Garças
Localizado às margens do rio Guamá, na Cidade Velha, o parque é resultado da revitalização de uma área de 40.000m2, no entorno do Arsenal da Marinha. Possui um borboletário e uma torre de observação, além de um deck na beira do rio para observação das belezas do rio. O restaurante do local é conhecido pela excelente qualidade da comida. Destaque para o filé de peixe “filhote”, iguaria da região! Além disso o local é todo de vidro, revelando a bela paisagem na beira do rio.

Icoaraci
Distrito localizado a 23km de Belém. Abriga o pólo de cerâmica marajoara de Belém, trazendo pessoas de todo o mundo para sua orla fluvial. Seus deliciosos resturantes na beira do Rio, nos fazem relaxar e saborear diversos pratos típicos por um preço muito em conta. É de Icoaraci que saem balsas para Ilha de Marajó.

Mosqueiro
Dê uma passada a Mosqueiro, localizada a menos de 1h do centro de Belém, através da BR-316 e PA-391. Existem ônibus convencionais (Linha São Braz-Mosqueiro) e, ônibus intermunicipais (Transportes Beiradão). A cidade, descoberta no final do século XIX, possui as famosas praias fluviais com ondas semelhantes às de praias oceânicas. Chegando lá, não deixe de passar para comer nas famosas tapioqueiras, localizadas na Praça da Vila.

O Ciclo da Borracha

Tudo começou em 1850 com a revolução industrial européia, a chegada dos primeiros barcos a vapor e depois com a abertura do Rio Amazonas para a navegação internacional em 1866. Foi uma época de fortuna e prosperidade para muitos. Em 1910 a borracha representava 40% do total das exportações do Brasil! A cidade mudou sua feição, na moda, nas artes. Largas avenidas foram construídas, pântanos drenados, edifícios magníficos foram erguidos, o progresso chega. Em 1912, começa a derrocada, quando o preço da borracha brasileira perde competitividade para a borracha da Malásia, oriunda de seringais plantados pelos ingleses, com sementes roubadas da própria seringueira brasileira.

Restô do Parque
Av. Magalhães Barata 830
Tel.: (91) 3229 8000 – 11h30/15h30 – Fecha 2ª
Fica na antiga residência do governador, em ambiente climatizado. Bufêe delicioso.

Palafita
Rua Siqueira Mendes 264
Tel.: (91) 3212 6302 – 12h/0h. Fecha 2ª
Nada mais agradável em Belém, do que jantar num local espaço , com vista para a Baía do Guajará ao som das ondas acompanhando o som de música ao vivo. Boa comida, bons drinques.
Mangal das Garças

Passagem Carneiro da Rocha s/n – Cidade Velha
Tel: (91) 3242 5052
Aproveite os pratos típicos da região de frente para uma vista deslumbrante do Rio Guamar.

Lá em casa
Galpão 2 - Estação das Docas – www.laemcasa.com – 12h/0h
Tel.: (91) 3212-5588
Criado por Paulo Martins, o famoso chef de Belém, é o local perfeito para provar a cozinha amazônica. Combinação rara de sabores e aromas, o prato “paraense” traduz o melhor da culinária desta região: tacaca, pátio no tucupi, maniçoba...

Boteco das Onze
Casa das Onze Janelas – Pça Dom Frei Caetano Brandão
Tel: (91) 3224 8599 – 12h-1h. Fecha 2ª no almoço.
Instalado na Casa das 11 Janelas, tem uma das mais belas vistas do rio. Música ao vivo.

Na telha
R. Siqueira Mendes, 263 - Orla do Cruzeiro
Tel: (9) 3227-0853
Aproveite os pratos típicos da região de frente para uma vista deslumbrante do Rio Guamar.

Tapiocaria
Localizada na praça principal de Mosqueiro, nada mais é que um pólo de tapioqueiras, fazendo as mais diversas e deliciosas tapiocas tradicionais da região.

Cairu
Travessa Catorze de Março, 1570
Tel: (91) 3242-2749
Marca fundada há mais de 4 décadas. Possui média de 70 sabores de sorvetes, dentre eles os tradicionais: açaí, tapioca, cupuaçu e bacuri.

 

Periquito Yellow
Av. Alcindo Cacela 690
Tel.: (91) 3246 4821 – 17h/04h
Depois de restaurado o bar ganhou um espaço climatizado para 70 pessoas. O galpão dos fundos se transforma em pista de dança com espaço para um nº muito maior de pessoas. Um dos melhores lugares de pagode e de forró de Belém.

A famosa gastronomia do Pará

A cozinha belenense é uma atração à parte. A riqueza e a mistura de sabores, cheiros, ervas e ingredientes surpreendentes compõem a interessante e exótica comida do Pará, a mais típica do Brasil. A comida nativa indígena, tem sabores africanos, portugueses, japoneses, espanhóis, franceses... Entre os pratos típicos mais conhecidos estão a caldeirada, o caruru , a maniçoba e o pato no tucupi. Muitos pratos levam na receita ingredientes como o jambu e o tucupi, sabores inesquecíveis para quem os prova.

Hotel Grão Pará
Av. Presidente Vargas 718 – www.hotelgraopara.com.br – 150 quartos
Tel: (91) 3321 2121
Quartos amplos e confortáveis. Se puder, escolha um apartamento em andar alto e de frente para a rua. Tem uma linda vista para o Teatro da paz.


Itaoca Hotel

Av. Presidente Vargas 132 – www.hotelitaoca.com.br – 36 quartos
Tel: (91) 4009 2400
A fachada simples esconde uma charmosa decoração utilizando azulejos. Quartos confortáveis e sobretudo uma ótima localização, a dois passos da Estação das Docas.

Beira Rio Hotel
Av. Bernardo Sayão 4804 – www.beirariohotel.com.br – 89 quartos
Tel: (91) 4008 9000
Afastado do centro, mas o único hotel que fica à beira do rio. Restaurante muito agradável sobre pilotis e uma bela piscina. Um oásis de paz e um primeiro gostinho da Amazônia, em plena Belém.

Le Massilia
R. Henrique Gurjão 236 – www.massilia.com.br – 19 quartos
Tel: (91) 3224 7147
Quartos espaçosos e bem cuidados. De propiedade de um francês, este hotel oferece um luxo raro no centro de Belem: um pouco de tranquilidade e de verde.



CARROS
Catálogo Completo
Revendas
Manual do Proprietário
Utilitários
Catálogo Completo
Revendas
MOTOS
Catálogo Completo
Revendas
CAMINHÕES E ÔNIBUS
Catálogo Completo
Revendas
AGRÍCOLAS
Catálogo Completo
Revendas
FORA DA ESTRADA
Catálogo Completo
Revendas